White Widow: a genética holandesa com sangue brasileiro
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White Widow: a genética holandesa com sangue brasileiro

Buds cobertos de tricoma, brisa que mexe com a cabeça e relaxa o corpo, e uma mãe sativa do Brasil: por que a White Widow virou clássico mundial.

POR Redação CosechaLibre4 MIN DE LEITURA

A White Widow é uma genética de maconha famosa no mundo todo pelo efeito equilibrado entre cabeça e corpo. É uma híbrida de dominância sativa, nascida do cruzamento de uma sativa brasileira tradicional (a “Brazilian heirloom”) com uma índica da Índia, e daí vem a brisa criativa e relaxante que a deixou famosa.

Apesar de ter nascido na Holanda, ela se espalhou rápido por outros países, como os Estados Unidos, onde virou uma das genéticas mais conhecidas. E é uma ótima pedida pra dividir com os amigos num momento de lazer.

A White Widow tem uma genética bem equilibrada, o que a deixa muito popular entre cultivadores, principalmente os de nível intermediário. Pra quem está começando, existem versões automáticas da White Widow, mais simples e rápidas de cultivar.

Quais são as características da White Widow?

Essa genética é conhecida pelos buds densos e resinados, tão cobertos de tricomas (as glândulas de resina que parecem cristais) que ficam com cara de brancos: daí o nome “viúva branca”. Ela também aguenta bem diferentes climas, o que a torna ideal tanto pro indoor quanto pro outdoor.

Entre as características da White Widow, se destacam o sabor e o aroma agridoces, com notas de especiarias e pinho. Na cabeça, o efeito é estimulante, eufórico e criativo; no corpo, relaxa e solta a musculatura.

É uma das genéticas mais icônicas e reconhecidas do mundo da maconha, com vários prêmios em diferentes copas canábicas. Foi criada nos anos 90 na Holanda pelo banco Green House Seeds e logo ganhou o mundo graças à combinação única de efeitos mentais e físicos.

Além disso, a White Widow é bem versátil no cultivo. Se adapta a ambientes e climas diferentes e vai bem no indoor e no outdoor. Também produz bastante bud, o que a torna muito rentável para cultivadores comerciais.

Outro ponto interessante: pela fama, a White Widow foi usada para criar várias híbridas. Entre as filhas dela estão a Blue Widow, a White Rhino e a White Russian, entre muitas outras.

Qual é o efeito da White Widow?

A White Widow é uma híbrida com efeito equilibrado entre o mental e o físico. Em geral, quem fuma sente uma brisa de cabeça intensa e cheia de energia, que deixa feliz, criativo e animado. Ao mesmo tempo, rola um relaxamento no corpo que ajuda a aliviar tensões e dores.

No uso medicinal, a White Widow é procurada por pacientes com doença de Crohn, tremores, dores e inflamações, insônia e depressão, por causa do alto teor de THC; há estudos que apontam o THC como aliado em vários desses sintomas, mas não é tratamento por si só. O aroma é forte e picante, com toques de madeira e pinho, e pode assustar quem está começando: o melhor é fumar com calma e aos poucos pra não tossir.

Mesmo sendo holandesa, a White Widow é muito popular nos Estados Unidos e no resto do mundo. Os buds densos e resinados são fáceis de manusear e secam bem se a secagem for feita direito. Os cristais brancos que cobrem os buds são a marca registrada da genética e explicam o nome “viúva branca”. Resumindo: a White Widow é versátil, popular e muito valorizada pelo efeito equilibrado e pelo uso medicinal.

Qual é o sabor da White Widow?

A White Widow tem sabor forte e picante, com notas terrosas e de pinho, o que deixa a boca fresca e aromática. Também aparecem nuances cítricas e de especiarias, num sabor complexo e equilibrado. Na tragada, chega fresca e floral no paladar; na hora de soltar a fumaça, fica picante e terrosa. No geral, é um sabor marcante e gostoso, um dos motivos de ser uma das genéticas mais populares do mercado.

 

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