Música pra ouvir chapado: 14 discos e sons pra curtir a brisa
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Música pra ouvir chapado: 14 discos e sons pra curtir a brisa

Do Hendrix ao Dr. Dre, passando por Doors, Afroman e Tom Misch: a trilha pra deixar a brisa ainda melhor.

POR Redação CosechaLibre6 MIN DE LEITURA

Pra ouvir chapado, vale ir de discos que pedem atenção do começo ao fim: rock psicodélico como Jimi Hendrix e The Doors, clássicos como Van Morrison e Creedence, rap chapado como o "2001" do Dr. Dre e Cypress Hill, e coisas novas como Tom Misch e Yussef Dayes. A música sempre foi a parceira perfeita da brisa da erva: uma viagem sensorial que te leva pra qualquer tempo, passado, presente ou futuro.

Pra acompanhar essas viagens cósmicas, ter boa música pra ouvir chapado na playlist é fundamental. Com o som certo, você mergulha numa experiência surreal e inesquecível.

Dessa vez, a gente separou discos e músicas pra curtir enquanto você explora os reinos da consciência alterada.

Pessoa ouvindo música com fones de ouvido

Discos e músicas pra ouvir chapado e relaxar

AXIS: BOLD AS LOVE - JIMI HENDRIX (1967)

"Axis: Bold as Love" é uma odisseia musical lançada pelo The Jimi Hendrix Experience em 1967.
São 13 faixas, um banquete de viagens sonoras perfeito pra curtir na brisa, e que facilmente vira a melhor playlist do seu Spotify.

GORILLAZ - GORILLAZ (2001)

O disco de estreia do Gorillaz abre um universo musical único em 15 faixas viciantes. Criado por Damon Albarn e Jamie Hewlett, o Gorillaz te joga num mundo virtual cheio de sons vibrantes, e por isso é a música ideal pra fumar um.

"In the Summer Time" - MUNGO JERRY (1970)

Um clássico atemporal que pega bem a vibe relaxada do verão. É daquelas que não podem faltar numa playlist pra curtir com a erva: o ritmo é simples, mas original, e te envolve num clima de boa.

"Rainy Day Women No. 12 & 35" - BOB DYLAN

Considerada uma ode à maconha, essa música enfrentou a censura pela ligação com as drogas. A gravação tem coro improvisado e as gargalhadas do próprio Dylan, um defensor declarado da maconha.

"Astral Weeks" - VAN MORRISON (1968)

Disco eclético que mistura jazz, blues, folk e música clássica numa experiência sonora única. "Astral Weeks" é reconhecido como um dos melhores álbuns da história, o que faz dele uma das melhores trilhas pra fumar um.

"You Don't Know How It Feels" - TOM PETTY (1994)

Não é exatamente uma música sobre maconha, mas a letra tem aquele clima relaxado.
Um clássico dos anos 90, perfeito pra curtir no fim de tarde com uma pitada de nostalgia.

"The End" - THE DOORS

Essa música enigmática, que nasceu falando de um término, virou hino de viagem xamânica. São mais de dez minutos de viagem sonora que te levam a explorar as profundezas do universo.

BAYOU COUNTRY - CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL (1969)

Mergulhe no clássico "Bayou Country", do Creedence Clearwater Revival, lançado em 1969.
Com só 7 músicas, o disco é ouro puro do rock e do blues que segue firme na história. Ideal pra quem curte rock e blues: o clima de interior te leva pra outros horizontes.

Disco de vinil tocando

2001 - DR. DRE (1999)

Sinta a maestria do hip-hop com o "2001" do Dr. Dre, disco icônico de 1999. As batidas pesadas e as participações de peso, como Snoop Dogg e Eminem, fazem dele obrigatório. A capa, com uma folha de maconha, já anuncia o clima chapado e relaxado de cada faixa, e por isso ele é um dos melhores sons pra ouvir brisado.

"Hits from the Bong", do Cypress Hill:

Um toque de hip-hop californiano pra curtir uma viagem zoeira e cheia de energia.

"Because I Got High" - AFROMAN (2001)

Esse clássico moderno, que estourou na internet em 2001, leva quem ouve numa viagem cômica e reflexiva.

Num tom despreocupado, Afroman conta as histórias do seu alter ego e mostra os riscos de exagerar na maconha.

Apesar da vibe leve, a música funciona como um relato reflexivo de como a maconha pode bagunçar a vida quando o consumo passa do ponto.

"Young, Wild & Free" - SNOOP DOGG & WIZ KHALIFA ft. BRUNO MARS

Essa parceria explosiva entre Snoop Dogg, Wiz Khalifa e Bruno Mars é uma verdadeira bomba-relógio canábica.

A música junta duas lendas da maconha e ganha o toque doce do Bruno Mars, numa melodia irresistível pra quem curte a erva.

"Young, Wild & Free" celebra a liberdade, a juventude e, claro, a conexão com a maconha.

"PICNIC" - CRÁNEO (2018)

Bora pra Espanha com o Cráneo, um artista lo-fi de Madri cujas músicas são perfeitas pra uma brisa tranquila.

As letras do Cráneo, em espanhol, falam do dia a dia, do skate e, claro, do prazer de fumar um de boa.

Descubra a autenticidade e a vibe boa do Cráneo, aquele parceiro musical ideal pra curtir com os amigos nos momentos especiais.
Dá uma olhada na playlist "Get High" do Cráneo.

WHAT KINDA MUSIC - TOM MISCH AND YUSSEF DAYES (2020)

Pra fechar com algo moderno, "What Kinda Music", parceria de Tom Misch e Yussef Dayes lançada em 2020. Tom Misch, guitarrista e compositor inglês talentosíssimo, se junta ao baterista de jazz excêntrico Yussef Dayes num som maravilhoso.

Com influências de indie, funk, neo soul e hip-hop, esse disco é a música pra fumar
perfeita, daquelas que te deixam de boa ouvindo com os amigos.

Qual a relação entre música e maconha?

Há estudos que apontam que a música ajuda a baixar os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e acalma corpo e mente. A maconha, procurada por muita gente pra aliviar a tensão, vira o complemento perfeito.

Muita gente relata que certos tipos de música, combinados com a maconha, rendem uma experiência eufórica e relaxante.

Maconha e estímulo auditivo:

A maconha e a audição têm relação: algumas pesquisas sugerem que a erva mexe na forma como o cérebro processa o que a gente ouve.

A erva poderia dar uma "visão mais ampla do 'espaço entre as notas'", permitindo ouvir a música num nível mais profundo.

Maconha e criatividade:

Há estudos que associam o consumo de maconha ao pensamento divergente, ligado à imaginação e ao pensamento livre.

Pra muita gente, a maconha dá aquele empurrão criativo pra mergulhar de cabeça na música.

Experimente essa conexão única entre maconha e música e descubra como as duas se misturam em experiências sonoras e criativas fora de série.